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Trabalho Clínico

P-551

Título: PERDA AUDITIVA EM MILITARES EXPOSTOS A RUÍDO OCUPACIONAL

Autores: Monique Barreto; Carolina Souza Alves Costa; Lizandra Kely de Sousa Guarita; Fayez Bahmad Júnior;

Instituição: Universidade de Brasília-UnB


Resumo

Introdução: A exposição ao ruído contínuo ou de impacto pode acarretar Perda Auditiva Induzida por Níveis de Pressão Sonora Elevados (PAINPSE) ou um trauma acústico (TA) em militares. Objetivo: Revisar estudos sobre perda auditiva em militares em relação a avaliação auditiva e o tipo de exposição ao ruído. Método: Foi realizada busca nas bases de dados MEDLINE, BIREME, SCIELO, LILACS, PUBMED, COCHRANE, periódicos CAPES e livros textos, utilizando os descritores: perda auditiva, ruído ocupacional, militares, avaliação auditiva e seus correlatos na língua inglesa, em estudos publicados entre 2000 e 2010. Resultados: Constatou-se que os procedimentos mais utilizados na avaliação auditiva foram a Audiometria Tonal Liminar (ATL) seguida pelas emissões otoacústicas evocadas (EOAE) e audiometria de altas freqüências e quanto ao tipo de exposição ao ruído, constatou-se que há mais estudos quanto ao ruído de impacto no Exército e na Marinha, enquanto na Aeronáutica, há maior exposição ao ruído contínuo. Considerações Finais: É necessário um maior nível de conscientização quanto aos riscos da exposição ao ruído, bem como elaboração e implementação de Programa de Prevenção de Perda Auditiva (PPPA) para os militares.

Palavras-chave: Perda Auditiva; Militares; Ruído Ocupacional


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Trabalho Clínico

P-555

Título: Análise dos Fatores de Risco do Barotrauma da Orelha Média em Pacientes Submetidos a Oxigenoterapia Hiperbárica

Autores: Marco Antônio Rios Lima; Giovanna de Sabóia Bastos; Luana Borges Souza; Maria Cristina Lancia Cury; Fayez Bahmad Júnior; Luciano Farage; Luciene Fernandes Bueno;


Resumo

Objetivo: Analisar os fatores de risco do barotrauma da orelha média em pacientes submetidos à oxigenoterapia hiperbárica (OHB). Materiais e Métodos: Estudo analítico prospectivo realizado em pacientes admitidos no Setor de Medicina Hiperbárica no período de maio de 2011 à julho de 2012. A investigação foi realizada em momentos específicos: avaliação antes da 1ª sessão, após a 1ª e 15ª sessões e após sessões com sintomas. A avaliação antes da 1ª sessão consistiu em: questionário específico, otoscopia com auto-insuflação, audiometria tonal e vocal, imitanciometria, testes de função tubária (manobras de Valsalva e Toynbee timpanométricas), endoscopia nasal e tomografia computadorizada de ossos temporais. Após as sessões determinadas foram realizados: otoscopia com auto-insuflação, questionário específico, audiometria tonal e vocal, imitanciometria e testes de função tubária. O barotrauma de orelha média foi graduado pela escala modificada de Teed. Resultados: Houve 28 episódios de barotrauma: 13 bilaterais e 9 unilaterais. Das 82 orelhas incluídas no estudo, 37 (45%) apresentaram barotrauma. A graduação do barotrauma foi: 20 grau 1 (48,8%), 8 grau 2 (19,5%), 10 grau 3 (24,4%), 3 grau 4 (7,3%) de Teed. Endoscopia nasal padronizada não evidenciou diferença significativa na incidência de desvio septal obstrutivo entre os grupos com e sem barotrauma. Conclusão: os achados de imitanciometria e endoscopia nasal não apresentaram correlação significativa com barotrauma da orelha média. A associação de Manobra de Valsava e Toynbee negativas revelou-se fator preditivo positivo para barotrauma, bem como a dupla positividade dessas manobras mostrou ser fator preditivo negativo.

Palavras-chave: Orelha Média; Oxigenação Hiperbárica; Barotrauma


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Relato de Caso (42 CBO)

P-688

Título: CORTICÓIDE INTRATIMPÂNICO COMO TERAPIA DE SURDEZ NEUROSSENSORIAL SÚBITA

Autores: Douglas Antonio de Resende Gonçalves; Fayez Bahmad Júnior; Carolina Israel Marques; João Machado Barrêto de Menezes Neto; Adriana Carvalho Coutinho do Patrocínio Mendonça;

Instituição: Hospital das Forças Armadas - DF


Resumo

INTRODUÇÃO: Surdez súbita (SS) é definida como perda de audição de 30dB ou mais que ocorre em até 3 dias, afetando 3 ou mais frequências. Múltiplos protocolos de tratamento têm sido propostos para o tratamento da SS. A corticoterapia intratimpânica(CIT) oferece o potencial de uma terapia órgão específica, evitando todos os efeitos adversos da terapia com corticoterapia sistêmica(CS). Objetiva-se relatar a recuperação da audição a níveis normais com injeção de CIT após episódio de SS idiopática com perda auditiva profunda unilateral com falha prévia da CS. APRESENTAÇÃO DO CASO: Paciente do sexo masculino, 50 anos, diabético, procurou a emergência de ORL do HFA com hipoacusia à esquerda com início há 1 dia. A otoscopia era normal, teste de Rinne positivo e Weber com lateralização para direita. A audiometria mostrava perda neurossensorial profunda à esquerda. O paciente iniciou uso de prednisolona 1mg/kg/dia. Após 12 dias do início da CS, o paciente não apresentou melhora clínica ou em audiometria. Iniciou-se então CIT com metilprednisolona 40mg em três aplicações com intervalos de 48 horas. Após as aplicações, as audiometrias no 15º e 36º dias após a 1ª injeção mostraram recuperação dos limiares auditivos e o paciente referiu melhora progressiva da audição, encontrando-se sem hipoacusia atualmente. DISCUSSÃO: Como as outras terapias propostas, a eficácia da CIT para o tratamento da SS ainda necessita ser determinada, e vários estudos já vêm apresentando bons resultados mesmo após falha na terapia sistêmica. COMENTÁRIOS FINAIS: A CIT no caso apresentado apresentou alta eficiência no tratamento da SS.

Palavras-chave: Perda Auditiva Neurossensorial; Perda Auditiva Súbita; Metilprednisolona


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