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Vol. 84. Núm. 3.Maio - Junho 2018
Páginas 263-400
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Vol. 84. Núm. 3.Maio - Junho 2018
Páginas 263-400
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DOI: 10.1016/j.bjorlp.2017.07.006
Open Access
Translation and adaptation of the Radiotherapy Edema Rating Scale to Brazilian Portuguese
Tradução e adaptação para o português brasileiro da Escala de Classificação do Edema da Radioterapia
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Débora dos Santos Queijaa,
Autor para correspondência
dqueija@uol.com.br
queijad@gmail.com

Autor para correspondência.
, Lica Arakawa‐Suguenob, Bruna Mello Chammac, Marco Aurélio Vamondes Kulcsard,e, Rogério Aparecido Dedivitisd,f
a Universidade de São Paulo (USP), Faculdade de Medicina, Curso de Pós‐Graduação em Fisiopatologia Experimental, São Paulo, SP, Brasil
b Universidade de São Paulo (USP), Faculdade de Medicina, São Paulo, SP, Brasil
c Universidade Braz Cubas, Mogi das Cruzes, SP, Brasil
d Universidade de São Paulo (USP), Faculdade de Medicina, Departamento de Cirurgia, São Paulo, SP, Brasil
e Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP), Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço, São Paulo, SP, Brasil
f Universidade de São Paulo (USP), Faculdade de Medicina, Grupo de Tumores de Laringe e Hipofaringe do Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço, São Paulo, SP, Brasil
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Tabelas (7)
Tabela 1. Radiotherapy Edema Rating Scale (instrumento original na língua inglesa)
Tabela 2. Escala do edema da radioterapia (Tradutor A)
Tabela 3. Escala do edema da radioterapia (Tradutor B)
Tabela 4. Versão final da escala do edema da radioterapia (consenso tradutor A e B)
Tabela 5. Radiotherapy edema rating (Retrotradução independente)
Tabela 6. Características demográficas, clínicas e do tratamento
Tabela 7. Distribuição da classificação do edema da radioterapia
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Abstract
Introduction

Internal lymphedema is one of the sequelae of head and neck cancer treatment that can lead to varying degrees of swallowing, speech, and respiration alterations. The Radiotherapy Edema Rating Scale, developed by Patterson et al., is a tool used to evaluate pharyngeal and laryngeal edema.

Objective

To translate into Brazilian Portuguese, to culturally adapt and test this scale in patients undergoing treatment for head and neck cancer.

Methods

The process followed the international guidelines and translation steps by two head and neck surgeons and back‐translation performed independently by two North‐American natives. The final version of the test was evaluated based on the assessment of 18 patients by two head and neck surgeons and two speech therapists using the scales in Brazilian Portuguese.

Results

The translation and cultural adaptation were satisfactorily performed by the members of the committee in charge.

Conclusion

The translation and adaptation into Brazilian Portuguese of the Radiotherapy Edema Rating Scale was successfully performed and showed to be easy to apply.

Keywords:
Edema
Head and neck neoplasms
Radiotherapy
Pharynx
Larynx
Resumo
Introdução

O linfedema interno é uma das sequelas do tratamento para o câncer de cabeça e pescoço, pode levar a alterações de grau variado na deglutição, voz e respiração. A Escala do Edema da Radioterapia (Radiotherapy Edema Rating Scale), elaborada por Patterson et al., é uma ferramenta de avaliação do edema de faringe e laringe.

Objetivo

Traduzir, para o português brasileiro, adaptar culturalmente e testar essa escala em pacientes submetidos ao tratamento para o câncer de cabeça e pescoço.

Método

O processo seguiu as diretrizes internacionais e as etapas de tradução por dois cirurgiões de cabeça e pescoço e a retrotradução de forma independente por dois nativos norte-americanos. O teste da versão final para avaliação foi realizado a partir da avaliação de 18 pacientes por dois médicos cirurgiões de cabeça e pescoço e duas fonoaudiólogas por meio da aplicação das escalas em português.

Resultados

A tradução e a adaptação cultural foram executadas satisfatoriamente pelos membros do comitê responsável.

Conclusão

A tradução e adaptação da Escala do Edema da Radioterapia para o português foi bem‐sucedida e de fácil aplicação.

Palavras‐chave:
Edema
Neoplasias de cabeça e pescoço
Radioterapia
Faringe
Laringe
Texto Completo
Introdução

A cabeça e o pescoço contêm uma extensa rede linfática e mais de 300 linfonodos (um terço dos linfonodos do corpo).1 O tratamento para o câncer de cabeça e pescoço envolve terapias multimodais que proporcionam aumento nas taxas de sobrevida, porém com riscos de complicações secundárias, como o linfedema secundário. O tumor, a cirurgia e a radioterapia podem romper as estruturas linfáticas e bloquear o fluxo da linfa e resultar em edema dos tecidos moles. A contração muscular e a compressão dos tecidos moles por meio do movimento facilitam o fluxo linfático. Entretanto, o dano causado pela cirurgia e a radioterapia modifica esse mecanismo, leva à redução do movimento e do fluxo da linfa.1–4

A disfunção linfática ocorre quando qualquer estrutura linfática ou que cerca os tecidos moles é danificada pelo câncer e seu tratamento, limita a capacidade do sistema linfático de transportar o volume da linfa que é levado até os tecidos. O linfedema é um inchaço que se desenvolve em pelo menos três meses após o tratamento do câncer de cabeça e pescoço, além do período em que ocorre o edema agudo.5–7

Quando o linfedema desenvolve‐se, o sistema linfático pode estar apto a reparar ou compensar o dano causado, resulta em redução visível do inchaço. Se o prejuízo for grave ou não houver intervenção, o fluido linfático rico em proteínas acumulado pode disparar uma resposta inflamatória crônica, resultar em um processo fibroesclerótico no qual podem se desenvolver tecidos gordurosos ou fibrosos.1,7

O linfedema em câncer de cabeça e pescoço pode envolver estruturas externas (face, submentonianas e pescoço) e internas (trato aerodigestivo superior, língua, epiglote) ou ambos (composto). O linfedema interno pode comprometer a mastigação, a deglutição, a fala e a voz.8 Ambos podem progredir com o decorrer do tempo e, quando identificados e tratados precocemente, podem resultar em regressão do inchaço e prevenção dos efeitos tardios, como a fibrose.9 Portanto, é importante verificar o linfedema como parte da rotina clínica de avaliação do paciente com câncer de cabeça e pescoço.1,3,6,8,10,11

Poucas medidas para avaliar o edema e o linfedema foram desenvolvidas ao longo dos últimos anos. A preocupação com esses aspectos tem crescido na última década no intuito de identificar e acompanhar a evolução da alteração e os resultados do tratamento ministrado.11–14

A Escala de Classificação do Edema da Radioterapia, desenvolvida por Patterson et al.,15 é a ferramenta mais abrangente que avalia e gradua de forma simples e objetiva 11 estruturas e dois espaços da faringe e da laringe por meio de endoscopia. A escala teve boa confiabilidade intra‐avaliadores (Kappa = 0,84) e moderada interavaliadores (Kappa = 0,54).

O objetivo deste estudo é fazer a tradução para o português brasileiro e a adaptação transcultural da Escala de Classificação do Edema da Radioterapia.

Método

Esta pesquisa representa a fase inicial do projeto de estudo clínico, aprovado pelo Comitê de Ética da instituição na qual foi feita, sob o número 528/14. Para desenvolver o trabalho com a escala, foi concedida a permissão da autora, que autorizou a tradução.

Por tratar‐se de escala de avaliação de estruturas estritamente relacionados à anatomia, a tradução foi feita por dois cirurgiões de cabeça e pescoço com experiência em edema e linfedema de cabeça e pescoço e proficiência na língua inglesa, com base na Nomina Anatomica.16 O processo teve como base as diretrizes internacionais.

Houve, então, um consenso entre os tradutores de uma versão para o português brasileiro e posterior retrotradução feita por dois nativos da língua inglesa, de forma independente. Depois disso, foi feita a comparação da retrotradução com o original, foram analisados aspectos relacionados à equivalência conceitual, semântica e de conteúdo e posterior elaboração de uma tradução pelo comitê formado pelos tradutores e retrotradutores.

Foram avaliados 18 pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico e/ou radioquimioterápico, por meio de exame de nasoendoscopia, e gravados em DVD, para posterior avaliação pelo comitê.

A versão final foi aplicada por quatro profissionais da saúde (dois cirurgiões de cabeça e pescoço e duas fonoaudiólogas com grande experiência em câncer de cabeça e pescoço e interpretação de imagens videoendoscópicas de faringe e laringe). Por se tratar de interpretações similares, os avaliadores entraram em consenso.

Resultados

A tradução da Escala do Edema da Radioterapia (tabela 1) foi feita de forma independente por dois cirurgiões de cabeça e pescoço com proficiência em língua inglesa.15

Tabela 1.

Radiotherapy Edema Rating Scale (instrumento original na língua inglesa)

  Rating of edema
Structures  Normal  Mild  Moderate  Severe 
Base of tongue         
Posterior pharyngeal wall         
Epiglottis         
Pharyngoepiglottic folds         
Aryepiglottic folds         
Interarytenoid space         
Cricopharyngeal prominence         
Arytenoids         
False vocal folds         
True vocal folds         
Anterior commissure         
Spaces  Normal  Mildly reduced  Moderately reduced  Severely reduced 
Vallecullae         
Pyriform sinus         

As duas traduções (tabelas 2 e 3) foram analisadas em conjunto pelos dois tradutores, que chegaram a um consenso para a versão final no português brasileiro (tabela 4). Houve uma dúvida em relação ao termo cricopharyngeal prominence, que, no português, refere‐se à barra cricofaríngea, alteração relacionada à anatomia de pacientes submetidos à laringectomia total. Para esclarecer essa dúvida, entramos em contato com a autora e perguntamos se o termo, na verdade corresponderia, à área retrocricóidea. A autora confirmou nossa hipótese.

Tabela 2.

Escala do edema da radioterapia (Tradutor A)

  Classificação do edema
Estruturas  Normal  Discreto  Moderado  Intenso 
Base da língua         
Parede posterior de faringe         
Epiglote         
Pregas faringo‐epiglóticas         
Pregas ariepiglóticas         
Membrana interaritenóidea         
Área pós‐cricoide         
Aritenoides         
Bandas ventriculares         
Pregas vocais         
Comissura anterior         
Espaços  Normal  Redução discreta  Redução moderada  Redução intensa 
Valécula         
Seios piriformes         
Tabela 3.

Escala do edema da radioterapia (Tradutor B)

  Classificação do edema
Estruturas  Normal  Discreto  Moderado  Severo 
Base da língua         
Parede posterior da faringe         
Epiglote         
Pregas faringo‐epiglóticas         
Pregas ariepiglóticas         
Espaço interaritenóideo         
Área retrocricóidea         
Aritenoides         
Pregas vestibulares         
Pregas vocais         
Comissura anterior         
Espaços  Normal  Discretamente reduzida  Moderadamente reduzida  Severamente reduzida 
Valécula         
Seios piriformes         
Tabela 4.

Versão final da escala do edema da radioterapia (consenso tradutor A e B)

  Classificação do edema
Estruturas  Normal  Discreto  Moderado  Severo 
Base da língua         
Parede posterior da faringe         
Epiglote         
Pregas faringo‐epiglóticas         
Pregas ariepiglóticas         
Espaço interaritenóideo         
Área retrocricóidea         
Aritenoides         
Pregas vestibulares         
Pregas vocais         
Comissura anterior         
Espaços  Normal  Discretamente reduzida  Moderadamente reduzida  Severamente reduzida 
Valécula         
Seios piriformes         

Com base nessa última versão, foi então feita a retrotradução por dois tradutores bilíngues de forma independente. No caso do termo que causou dúvida pelos tradutores, foi compreendido na retrotradução como postcricoid area. Assim, as versões foram semelhantes entre si sem prejuízo à versão original. O comitê optou por manter a versão original com o termo cricopharyngeal prominence (tabela 5).

Tabela 5.

Radiotherapy edema rating (Retrotradução independente)

  Rating of edema
Structures  Normal  Mild  Moderate  Severe 
Base of the tongue         
Posterior pharyngeal wall         
Epiglottis         
Pharyngoepiglottic folds         
Aryepiglottic folds         
Interarytenoid space         
Cricopharyngeal prominence         
Arytenoids         
False vocal folds         
Vocal folds         
Anterior commissure         
Spaces  Normal  Slightly reduced  Moderately
reduced 
Severely reduced 
Valleculla         
Piriform sinus         

Os autores optaram por traduzir a estrutura piriform sinus como seio piriforme, porque, embora o Nomina indique o termo “recesso piriforme”, o nome seios piriformes é amplamente empregado.

Os exames foram então feitos por um médico cirurgião de cabeça e pescoço nos 18 pacientes recrutados para o estudo.

O instrumento foi aplicado pelo grupo formado por dois cirurgiões de cabeça e pescoço e duas fonoaudiólogas (com experiência em interpretação de exames de nasoendoscopia) em consenso, nos 18 pacientes da instituição em que foi feito o estudo (tabelas 6 e 7). Por se tratar de uma escala que avalia estruturas anatômicas, não observamos dificuldades na compreensão e na aplicação da ferramenta.

Tabela 6.

Características demográficas, clínicas e do tratamento

Variável  Categoria 
IdadeMín.–máx.  36–82 
Mediana  60 
Média±desvio‐padrão  61,22 ± 11,39 
GêneroFeminino 
Masculino  12 
Local do tumorBoca 
Orofaringe 
Laringe 
Infraglote 
Tireoide 
Face 
Primário oculto 
EstadiamentoTx 
T1b 
T2  10 
T3 
T4 
N0  10 
N1 
N2 
N2a 
N2b 
TratamentoCirurgia 
Cirurgia+radioterapia 
Cirurgia+radioquimioterapia 
Radioquimioterapia 
Esvaziamento cervicalNão 
Sim  15 
Tipo de esvaziamento cervicalSupraomoióideo 
Radical 
Radical modificado 
Jugular 
Seletivo 
RadioterapiaMín.–máx.  3.150–7.000 
Mediana  1.575 
Média±desvio‐padrão  3.186 ± 3.292,57 
Tempo de término do tratamento (meses)Mín.–máx.  3–40 
Mediana  6,5 
Média±desvio‐padrão  11,94 ± 12,12 
EtilismoNão  18 
Sim  – 
TabagismoNão  16 
Sim 
TraqueostomiaNão  17 
Sim 
Sonda nasogástricaNão  17 
Sim 
Tabela 7.

Distribuição da classificação do edema da radioterapia

Pacientes  EstruturasEspaços
  BL  PPF  PFE  PAE  EI  ARC  PVE  PV  CA  SP 
10 
11 
12 
13 
14 
15 
16 
17 
18 

A, Aritenoides; ARC, Área retrocricóidea; BL, Base da língua; CA, Comissura anterior; E, Epiglote; EI, Espaço interaritenóideo; Grau de redução dos espaços: 0‐ normal; 1‐discretamente reduzido; 2‐ moderadamente reduzido; 3‐severamente reduzido; Grau do edema das estruturas: 0‐ normal; 1‐ edema discreto; 2‐ edema moderado; 3‐ edema severo; PAE, Pregas ariepiglóticas; PFE, Pregas faringoepiglóticas; PPF, Parede posterior de faringe; PV, Pregas vocais; PVE, Pregas vestibulares; SP, Seios piriformes; V, Valécula;

Discussão

As técnicas de avaliação do edema e do linfedema por meio de imagens são ferramentas que oferecem uma opção mais acurada das estruturas envolvidas tanto pela doença como pelo tratamento. A avaliação do edema interno secundário ao tratamento para o câncer de cabeça e pescoço é um instrumento que pode contribuir não só para seu diagnóstico mas também para sua evolução.

Outras modalidades como a linfocintigrafia, a ressonância magnética, a tomografia computadorizada, a ultrassonografia e a imagem de fluorescência, pouco referida na literatura para a região da cabeça e do pescoço, também são usadas além da avaliação laringológica por meio da Escala de Classificação do Edema da Radioterapia. A Escala de Patterson pode ser aplicada com facilidade na prática clínica, uma vez que o exame laringológico faz parte da rotina de avaliação e acompanhamento do paciente com câncer de cabeça e pescoço.1,14,17–22

Outra possibilidade é a verificação entre a relação entre as alterações de deglutição e voz com a presença do edema de faringe e laringe que podem ser mais bem quantificadas com a Escala do Edema da Radioterapia. A relação entre o edema interno e as alterações de deglutição e respiração e seu impacto na qualidade de vida com essa escala identificou forte correlação entre a severidade do edema, principalmente em região de pregas ariepiglóticas, pregas faringoepiglóticas, epiglote, aritenoides e seios piriformes com os sintomas de deglutição, principalmente da consistência sólida. Quando comparados com pacientes sem edema interno, o impacto na função e na qualidade de vida foi mais evidente.10,22

O prejuízo aos tecidos linfáticos pode levar ao linfedema e a fibrose e manifestar‐se como efeitos precoces ou tardios ao tratamento do câncer de cabeça e pescoço. O linfedema e a fibrose não são processos estáticos. O linfedema está associado com a inflamação em curso e resulta em uma fibrose progressiva e deposição de tecido adiposo. Com o desenvolvimento de tecido fibrogorduroso, o tratamento de drenagem linfática manual e a terapia compressiva pode ser menos efetivo. Portanto, a avaliação dos efeitos do tratamento pode facilitar uma abordagem mais precoce na tentativa de evitar ou minimizar essas alterações.23

A Escala de Classificação do Edema da Radioterapia é indicada por vários autores como instrumento válido para a caracterização do edema após o tratamento do câncer de cabeça e pescoço.1,2,12,18,22

Conclusões

A tradução da Escala do Edema da Radioterapia para o português foi compatível com a original. A ferramenta é acessível e de fácil interpretação para profissionais da saúde com experiência na avaliação e tratamento do câncer de cabeça e pescoço.

Conflitos de interesse

Os autores declaram não haver conflitos de interesse.

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Como citar este artigo: Queija DS, Arakawa‐Sugueno L, Chamma BM, Kulcsar MA, Dedivitis RA. Translation and adaptation of the Radiotherapy Edema Rating Scale to Brazilian Portuguese. Braz J Otorhinolaryngol. 2018;84:344–50.

A revisão por pares é da responsabilidade da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico‐Facial.

Idiomas
Brazilian Journal of Otorhinolaryngology

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